Guffens Heynen

Mâcon Pierreclos “Le Chavigne”

2020

Valor

R$1.600,00

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Descrição

“O Mâcon Pierreclos “Le Chavigne” é composto inteiramente por suco de escorrimento livre e de primeira prensagem neste ano, e talvez seja por isso que esteja tão bom. Exala do copo notas de óleo cítrico, maçã verde, iodo, flores brancas e fumaça. É um vinho de corpo médio a encorpado, com textura sedosa e bem delineada, sustentado por uma acidez vibrante e final mineral prolongado.”
William Kelley, The Wine Advocate

O vinhedo Chavigne Pierreclos está localizado em uma encosta muito íngreme de argilas marrons ricas, pontilhadas por inúmeras pierrailles (pequenas pedras). De todos os seus vinhedos, “o Mâcon-Pierreclos é o que eu mais amo”, contou Guffens, “porque foi o nosso primeiro vinhedo e ninguém o queria, por ser inclinado demais.”

Apesar de outros produtores de renome também cultivarem ali, este vinhedo acabou se tornando praticamente sinônimo do nome Guffens. A parcela da família, com 3,3 hectares, é plantada com densidade de 11.000 vinhas por hectare e rende apenas seis a oito cachos por videira. No excelente livro Inside Burgundy, Jasper Morris MW escreve sobre esse vinhedo: “Pierreclos está na encruzilhada entre o Mâconnais e o Beaujolais… aqui se produzem bons tintos, além de brancos excepcionais do Domaine Guffens-Heynen.”

O Le Chavigne foi feito com os primeiros sucos das videiras mais baixas na encosta, das vinhas mais jovens do vinhedo que, ainda assim, têm cerca de 30 anos em média. Nesta safra, Jean-Marie optou por um amadurecimento misto: parte em barricas e a outra parte em cubas de concreto. A ideia foi destacar a intensidade aromática e a textura, sem abrir mão do frescor e da energia das matérias-primas excepcionais.

Produtor e Região

“Antes do Guffens, ninguém sabia que Mâcon Pierreclos ou mesmo Pouilly-Fuissé poderia rivalizar com Corton-Charlemagne ou Bâtard Montrachet. Agora todos sabem…” Andrew Jefford, The New France

“Você poderia dizer que a missão na vida de Jean Marie Guffens tem sido provar que os brancos Mâconnais podem ser melhores do que um famoso branco de vilas como Meursault e Puligny- Montrachet.” Jancis Robinson

 

Com estas duas frases inicio a história deste casal que conseguiu mudar a percepção dos vinhos do Macon e transformou a região e seus vinhos em uma das mais cobiçadas da Borgonha e do mundo.

Em 1976, Maine e Jean-Marie Guffens-Heynen se mudaram da Bélgica para a Borgonha. Este jovem casal de estudantes tiraram um ano para aprender francês e descobrir vinhos.Após a sua chegada à França, Jean-Marie começou a estudar a arte da viticultura no colégio agrícola de Davayé e Maine trabalhou com os viticultores da região. Maine aprendeu a trabalhar a vinha e Jean-Marie a vinificar o vinho.

Em 1979, eles compraram algumas parcelas de videiras no topo de Pierreclos. Entusiastas, mas novatos, eles compensaram a falta de experiência em uma abordagem quase intuitiva sobre a videira e o vinho. Essa abordagem ao vinho se tornou a característica principal dos vinhos do Domaine Guffens-Heynen.

Hoje, o Domaine se extende por 5,3 hectares nas encostas de Pierreclos, Vergisson e Davaye. Todos os vinhedos são trabalhados de forma simples e no método natural. Tratamentos químicos são proibidos e toda a colheita é feita de forma manual. O Domaine Guffens-Heynen é famoso em todo o mundo pela qualidade de seus vinhos, bem como pela personalidade incomum de seus proprietários.