Chateau Closiot

Guffens Heynen

Château Closiot – C de Sec

2024

Valor

R$519,90

36 em estoque

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Descrição

O Chateau Closiot é a vinícola do casal Guffens-Heynen na região de Barsac, em Bordeaux.

Desde sua primeira visita a Sauternes em 1976, Jean-Marie e Maine eram apaixonados pelos grandes vinhos desta região. Após dois anos à procura, descobriram uma pequena propriedade à venda, rodeada pelos mais famosos Premiers Crus Classés de Barsac e adquiriram o Château Closiot, em 2017, com o objetivo de produzir ótimos vinhos ali.

Como um dos melhores enólogos de brancos do mundo, era impensável para Jean-Marie não produzir um grande vinho seco em Barsac e deste objetivo surgiu o C de Sec do Chateau Closiot

 

Há algo de paradoxal e fascinante neste vinho. O Château Closiot situa-se no coração de Barsac, encravado entre Climens, Coutet e Doisy-Védrines, num clos de oito hectares sobre o plateau calcário que produz alguns dos vinhos doces mais célebres do mundo. As mesmas vinhas centenárias, o mesmo solo de argila vermelha salpicada de pedras sobre base calcária, os mesmos nevoeiros matinais que favorecem a botrytis — e um vinho completamente seco.

O C de Sec é feito a partir das mesmas parcelas do Clos Bonneau que alimentam os vinhos doces da propriedade, com vinhas que ultrapassam os 50 anos e um blend composto de 85% Sémillon, 15% Sauvignon Gris e um toque de Muscadelle. O Sauvignon Gris, casta rara, distinta do Sauvignon Blanc pela textura mais redonda e pelos aromas que tendem para o especiado e o floral, é um traço distintivo do assemblage e explica parte da sua personalidade invulgar para um branco seco bordalês. As uvas são prensadas suavemente e apenas o mosto que escorre naturalmente, sem pressão, segue diretamente para as barricas, sem maceração alguma. O vinho fermenta e estagia durante oito meses sobre as borras finas, com cerca de 25% de carvalho novo, proporção suficiente para dar estrutura e integrar a riqueza do Sémillon sem dominar o conjunto. A fermentação maloláctica foi conduzida integralmente, o que suaviza a acidez e confere a textura volumosa que define o C de Sec.

Na taça, nesta safra 2024, apresenta cor amarelo-dourada. O nariz abre com fruta muito madura, como pêssego branco, melão, fruta exótica, com toques de avelã e uma subtil nota tostada da passagem em madeira. A boca confirma o que o nariz anuncia: ataque suave e cheio, volume expressivo, textura quase opulenta no centro. O que surpreende é o final: uma acidez muito fresca, quase cítrica, destacando precisamente essa tensão entre a riqueza do Sémillon e os “bright acids” que animam o conjunto. O comprimento é notável para a denominação e para o nível de entrada, sendo avaliado com 93 pontos por Robert Parker.

Harmoniza com peixe nobre em molhos cremosos, vieiras grelhadas, foie gras levemente aquecido, queijos de pasta mole de casca lavada.
Servido entre 10 e 12°C.

 

Produtor e Região

“Antes do Guffens, ninguém sabia que Mâcon Pierreclos ou mesmo Pouilly-Fuissé poderia rivalizar com Corton-Charlemagne ou Bâtard Montrachet. Agora todos sabem…” Andrew Jefford, The New France

“Você poderia dizer que a missão na vida de Jean Marie Guffens tem sido provar que os brancos Mâconnais podem ser melhores do que um famoso branco de vilas como Meursault e Puligny- Montrachet.” Jancis Robinson

 

Com estas duas frases inicio a história deste casal que conseguiu mudar a percepção dos vinhos do Macon e transformou a região e seus vinhos em uma das mais cobiçadas da Borgonha e do mundo.

Em 1976, Maine e Jean-Marie Guffens-Heynen se mudaram da Bélgica para a Borgonha. Este jovem casal de estudantes tiraram um ano para aprender francês e descobrir vinhos.Após a sua chegada à França, Jean-Marie começou a estudar a arte da viticultura no colégio agrícola de Davayé e Maine trabalhou com os viticultores da região. Maine aprendeu a trabalhar a vinha e Jean-Marie a vinificar o vinho.

Em 1979, eles compraram algumas parcelas de videiras no topo de Pierreclos. Entusiastas, mas novatos, eles compensaram a falta de experiência em uma abordagem quase intuitiva sobre a videira e o vinho. Essa abordagem ao vinho se tornou a característica principal dos vinhos do Domaine Guffens-Heynen.

Hoje, o Domaine se extende por 5,3 hectares nas encostas de Pierreclos, Vergisson e Davaye. Todos os vinhedos são trabalhados de forma simples e no método natural. Tratamentos químicos são proibidos e toda a colheita é feita de forma manual. O Domaine Guffens-Heynen é famoso em todo o mundo pela qualidade de seus vinhos, bem como pela personalidade incomum de seus proprietários.