Verget

Chablis “Cuvée de la Butte”

2018

Valor

R$820,00

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Descrição

Este vinhedo está localizado na aldeia de Chablis logo em frente ao 1er cru Les Butteaux. Tem uma exposição a sudeste, com um solo muito calcário e um declive muito acentuado.

95% dos sucos extraídos na primeira prensa são vinificados em tanques horizontais de aço inoxidável e os 5% rstantes em barris de carvalho. A fermentação foi finalizada no final de novembro e a vinificação continuou em tanques horizontais de aço inoxidável, sobre as borras com pouca batonnage, por 7 meses.

Em 2018 este belo terroir produziu um vinho com um nariz muito característico de Chablis, com aquela espinha dorsal clássica da região e mineralidade de ostras só encontrada nos melhores Chablis. O nariz é muito expressivo, maduro e aberto com aromas de frutas de caroço, cítricos de laranja, aromas de petróleo e também de vegetação como buxinhos. A boca é precisa, como sempre, mas também densa. O paladar fresco é compensado pela acidez picante, semelhante à toranja e mineralidade do iodo. O comprimento na boca é notável graças a uma sensação de mineralidade muito pronunciada.
Há uma complexidade genuína neste vinho, mas a impressão geral é de pureza cristalina e frescor sustentado.

Produtor e Região

Quando criou o Verget em 1990, Jean-Marie Guffens aplicou as mesmas regras que ele fez para sua própria produção. A filosofia de Verget pode ser resumida em uma frase simples ” o melhor vinho vem das melhores uvas “. Este ditado elementar é a base do Verget.

Assim sendo, tanto na região de Maconnais, como de Chablis ou Cote d’or, as melhores vinhas e os melhores terroirs são selecionados para produzir vinhos de qualidade. A Verget compra uvas de vinicultores apaixonados, selecionados de acordo com sua confiabilidade e que se tornaram, ao longo do tempo, parceiros valiosos. O Verget determina com eles o trabalho e o rendimento das vinhas. A maturação das uvas é controlada regularmente e as datas da colheita são determinadas com base em análises rigorosas.

As uvas são colhidas manualmente pela equipe da Verget. Após a colheita as uvas são recebidas pelo próprio Guffens e também por Julien Desplans, brilhante enólogo convocado por Jean-Marie, com passagens pelo Château Palmer e Domaine de la Romanée-Conti e são prensadas com o maior cuidado. Um acompanhamento analítico é feito a cada passo da prensagem. As uvas de cada parcela colhida são prensadas e vinificadas separadamente. Esse método de trabalho não apenas extraem o melhor das uvas sem alterá-las, mas também revelam o caráter de cada terroir.

Nas denominações Chablis e Cote d’Or, Verget contribuiu muito para o descobrimento novos terroirs e novos climats. Mas é na região de Maconnais, que historicamente era conhecida por produzir vinhos mais simples, que essa abordagem mostrou todo o seu potencial. É nessa região que o Verget produz mais vinhos diferentes para cada denominação.

Com sua abordagem original, Verget se tornou um laboratório de terroir e um criador de climats.